O presidente do Conselho de Administração da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Paulo Muxanga, diz que o projecto da Central Norte há muito propalada, vai ser um dos objectos de possíveis parcerias na “terra de Camões”. São necessários perto de 800 milhões de dólares para a HCB aumentar a sua capacidade actual de produção de energia e cimentar a posição de uma das maiores centrais hídricas do mundo.
Visito, emocionado, esta barragem histórica. Ela é, sem dúvida, homenagem ao melhor que o Homem tem – talento, trabalho dedicado, visão de futuro. É a primeira vez que aqui venho para ver, com os meus olhos, tão fantástico empreendimento e do qual tanto me falaram na infância.
Uma comitiva composta por cerca de 45 empresários nipónicos das diversas áreas da economia japonesa visitou o empreendimento hidroeléctrico de Cahora Bassa no passado dia 29 de Janeiro, com o intuito de se inteirar do actual estágio de funcionamento da empresa e das possíveis oportunidades de negócio. A comitiva fazia-se acompanhar pelo Embaixador de Moçambique no Japão, Belmiro Malate e seu homólogo em Moçambique, Susuma Segawa e outros membros do governo Japonês. Esta deslocação insere-se no âmbito de uma visita de negócios que teve o seu início no dia 28 de Janeiro e termino na passada segunda-feira, dia 1 de Fevereiro.